Asus firma parceria com empresas do Nordeste
RoGPhone II, da empresa, está em testes com nossa equipeCom experiência no mercado brasileiro na área de notebooks e smartphones, a Asus mira agora novas ações no Nordeste. Com linhas de produtos lançados no fim de 2019, a empresa de Taiwan quer atender desde o consumidor mais básico até o gamer, e firmou parcerias com mais de dez empresas na região.
"Vemos o Nordeste como um mercado muito importante dentro do Brasil", afirma o gerente de Marketing da Asus no País, Fábio Faria, em entrevista exclusiva à Folha de Pernambuco. A escolha da região vem através da crescente nas vendas de notebooks no Brasil, cujo Nordeste é responsável por 18%, de acordo com dados do terceiro trimestre de 2019.
A abordagem, inclusive, vem em um momento de reposicionamento estratégico da empresa, que teve como grande aposta os smartphones nos últimos anos "Estamos trabalhando com diversos públicos e consumidores. Em 2019 voltamos para os notebooks como o ROG, vivobook e Zenbook", completa o gerente.
Além dos já conhecidos smartphones como o novo ZenFone 6, a empresa quer investir na relação com os varejistas, identificando as necessidades de cada mercado. "Conversaremos com eles para firmar parcerias e ver qual necessita mais de notebooks gamers ou então modelos mais de entrada", diz Faria.
O gerente de Marketing e outros representantes da empresa taiwanesa no Brasil estiveram reunidos com empresários locais hoje, no Mar Hotel, em Boa Viagem, para traçar parcerias e aproximar o relacionamento com os principais representantes do varejo no Nordeste. "Escolhemos o Recife pois sabemos da importância da cidade como polo tecnológico e consumidor na região", diz o gestor. A Asus já firmou parcerias com grandes lojas como Zenir Móveis e Smart Eletron no Ceará, Armazém Paraíba e Pintos no Piauí, Laser Eletro, Millena Móveis e Império Móveis em Pernambuco.
Da Folha PE
Fatia da renda para pagar juros atinge maior patamar em 20 anos no Brasil
Comprometimento do orçamento dos brasileiros para honrar compromissos financeiros já chega a quase 30%; especialista fala em sinal de alerta para a economia










