Polilaminina: a substância que reconecta a medula e traz esperança para pessoas com paraplegia
Pesquisa brasileira inédita utiliza rede de proteínas para restaurar comunicações entre cérebro e corpo após lesões graves. Estudo clínico aprovado pela Anvisa deve testar eficácia em humanos nos próximos anos.

Imagine um trem. Ele só consegue andar porque existe uma ferrovia, com trilhos conectados e em ordem. Se essa sequência é interrompida, a locomotiva para e só volta quando o caminho é reconstruído. Essa é a analogia que descreve a lógica de uma nova solução para o desafio de milhares de brasileiros que perderam os movimentos do corpo após lesões na medula.
A medula é o caminho para que os comandos do cérebro se espalhem pelo corpo. Quando ela sofre uma lesão, os estímulos não conseguem mais passar. Até pouco tempo, não havia esperança de "reconectar esses trilhos". Hoje, ela existe e tem nome: Polilaminina.
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